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Ouça a faixa-título do novo álbum de Phil Anselmo


O ex-vocalista do Pantera e atual Down, Phil Anselmo, liberou para stream a faixa "Walk Through Exits Only", que pertence ao seu mais novo álbum solo com o mesmo nome. Para escutar a música basta clicar aqui.

O novo trabalho do cantor será lançado no próximo dia 16 deste mês.

Apresentação completa do Anthrax com Phil Anselmo e Rex Brown no Golden Gods



Juntos executaram "Caught In A Mosh" e "Fight 'em Till You Can't" do Anthrax e "This Love" do Pantera.

Phil Anselmo quer fazer as pazes com Vinnie Paul


Vinnie Paul precisa fazer as pazes. Dois membros de uma banda lendária, Phil Anselmo e Vinnie Paul, estão sendo constantemente questionados sobre a relação de um com o outro, juntamente com a possibilidade de algum tipo de reunião com o Pantera. Embora não possa ter muito progresso, Phil Anselmo revelou recentemente que ele está "aberto" para se reconectar com Vinnie Paul e até mesmo discutir uma reunião com o baterista.

Nessa recente história do Pantera, Anselmo abordou rumores que Zakk Wylde preencheria a vaga do falecido e lendário Dimebag Darrell, onde ambos os aspectos seriam positivos e negativos e alegando que algumas de suas citações foram tiradas do contexto. Anselmo também afirmou que era uma vergonha que Vinnie Paul nunca tenha estendido a mão para ele após a morte de Dimebag. Enquanto isso, Vinnie Paul também opinou sobre uma possível reunião com o Pantera, simplesmente dizendo, "Não vai acontecer".



Fonte: Whiplash

Phil Anselmo é capa da nova edição da revista Revolver

Phil Anselmo grava um vídeo mostrando efeitos do furação Isaac

"Só um idiota diria que Sabbath não é Metal", diz Phil Anselmo

Na revista Metal Hammer especial Black Sabbath, foi feita uma entrevista com um dos maiores nomes do metal, que foi influenciado pelos padrinhos de música pesada, incluindo Metallica, Slayer, Zakk Wylde, Slash, Behemoth e muito mais! Veja o que Phil Anselmo tinha a dizer:
"Você sabe o que é estranho? Lembro-me de ser um menino bem jovem, que ainda andava de carro com a mamãe, antes mesmo de ter essas leis sobre o cinto de segurança, as crianças andavam de costas e toda essa baboseira dos anos 70, e a rádio local de Nova Orleans tocava 'Am I Going Insane'. Eu adorei. Eu amei essa música, porque eu era um garoto, e ela ficou preso dentro da minha cabeça. Eu morava em um bairro de Nova Orleans, onde eu não sabia que muitas crianças em minha volta e todos os meus amigos moravam à vários quarteirões de distância. E nem todos eles ligavam para a música tanto quanto eu. E eu estava começando a ouvir Iron Maiden, eu tinha uma camisa deles, que na época acho que era a única do meu bairro. Acho que isso aconteceu em meados de 83. Finalmente eu pude sair do meu bairro e vi um outro garoto vestindo uma camiseta do Iron Maiden, então eu fui diretamente até ele e eu perguntei se ele gostava da banda, ele respondeu que sim. Esse cara era um baterista e eu era um vocalista. Nós éramos crianças falando sobre montar uma banda. Ele acabou sendo o primeiro baterista da minha primeira banda de garagem. E ele era um colecionador de discos de metal. Ele era um ano mais velho do que eu, então dentro de um ano ele me mostrou o que realmente era a música, voltamos para a casa dele e ouvimos bastante música. E foi uma das primeiras vezes que eu ouvi o som sinistro do Black Sabbath, que todos nós conhecemos e amamos. Isso me faz lembrar daquela época - sentado no meu quarto, fumando maconha, que não deu muito certo, e ouvindo Black Sabbath. Mas eu nunca vou esquecer o dia que ele chegou em casa com o álbum 'Sabotage', ele me ligou e disse: 'Cara, você tem que vir aqui agora. Você pensou que tinha ouvido tudo de melhor do Black Sabbath, mas aguarde!'. E nós ouvimos o 'Sabotage'. Este álbum causou um impacto da porra".
"Em 96 eu voei até onde ficava o estúdio de Iommi, ele estava gravando seu disco solo, com vários artistas convidados, e tivemos uma sessão incrível e produtiva. Basicamente eu estava cercado de riffs de Tony, enquanto ele estava sentado. Foi engraçado, mas acho que ele tem um bom senso de humor, se ele ler este artigo, ele vai rir... mas ele estava lá sentado com aquela bunda grande comendo bandejas de sushi e bebendo vinho branco, enquanto eu estava no meio daquele monte de riffs malditos! Foi incrível. Ele sempre foi assim, 'Vai lá, Phil!', com um grande sorriso no rosto. Nós estávamos trabalhando com o engenheiro de som Bob Marlette, e Bob usava aquelas merdas de calças folgadas no estúdio, e Tony sorrateiramente vinha por trás dele e abaixava suas calças, era foda! E então nós fizemos três músicas em três dias, cara. Conheço esses caras há pelo menos dezoito anos ou mais, e nós sempre fomos a banda que tocava antes ou depois de Ozzy ou do Black Sabbath. Ozzy costumava fazer um set solo, e depois voltava e fazia um set do Black Sabbath - trabalhava duro, aquele filho da puta. Inacreditável. Eu era bem chegado naqueles caras, e eles sempre foram legais. E não só isso, não posso deixar de fora o fato de que o Pantera e o Down, já estiveram no mesmo palco de Dio com o Black Sabbath. Ronnie James Dio como pessoa e como vocalista... quando você vê o filho da puta no palco, não sei se já ouvi alguém mais poderoso. Havia algo em Ronnie que era foda, monstruoso, quase desumano, noite após noite. Mas em um nível pessoal - Geezer, Tony, Ozzy, Dio, Bill Ward, Vinny Appice... todos eles eram fodas. Depois que começou a cair a ficha, pude perceber o quanto eu os amava, me presentearam com um disco de ouro do 'Sabotage' e um disco de platina do 'Paranoid'. Eu ainda tenho os dois discos pendurados na parede de minha casa. Esses são bens preciosos, cara. Só um idiota falaria que o Black Sabbath não é heavy metal".

Phil Anselmo comenta sobre seu afastamento de Vinnie Paul


Em uma nova entrevista com o site estadunidense Loudwire.com, o ex-frontman do Pantera e atualmente no Down, Phillip Anselmo foi perguntado sobre ter algum contato com o ex-baterista do Pantera, Vinnie Paul Abbott enquanto eles trabalharam na reedição de aniversário de 20 anos tanto de ‘Cowboys From Hell’ como de ‘Vulgar Display of Power’, assim como com o ex-baixista da banda, Rex Brown.
“Eu ainda converso com Rex”, ele disse. 
“O lance com Vinnie é triste. Eu não sei como está a cabeça dele. Qualquer um que tenha testemunhado seu irmão ser assassinado a tiros, você não pode… eu não vou julgar ele ou o que ele pensa. Eu lido com isso. Eu não posso e não vou viver nesse passado. Eu tenho que seguir em frente. Como todos nós fazemos, para nossa sanidade mental. De qualquer modo, eu não vou julgar Vince. Mas respondendo à pergunta, essa senhora [empresária] é o elo entre todos nós. A única vez em que eu e Vince estamos perto um do outro é através de e-mails circulares. Nós todos recebemos o mesmo e-mail sobre o que vai ser relançado, isso e aquilo, e damos nossas opiniões e ela trabalha em cima disso. É o mais próximo que chego de Vince, mas Rex e eu ainda somos chegados.”
Sobre o assunto Dimebag e onde está o foco de Phil quase oito anos depois da morte do guitarrista, Anselmo disse: 
“Eu provavelmente penso nele todo dia. Música é música, mas ele foi uma parte gigante do meu crescimento como músico e parte de minha vida, um irmão, uma pessoa que eu amava. Eu o amava. Eu já disse isso antes. Eu sou do tipo que não consegue ficar no passado e só no passado. Sim, eu segui em frente, pela saúde da porra do meu cérebro, mas há uma parte de mim que nunca vou conseguir me pôr no lugar de uma pessoa que perde alguém por um assassinato. Você não tem como superar isso totalmente. Ele vai aparecer na conversa. Há memórias dele em todo canto. Está por todas as paredes e no estúdio. Eu não me atenho ao negative. Eu posso lembrar de todas as coisas fantásticas que o cara trouxe pra minha vida e pra vida de outras pessoas. Ele era um filho da puta muito bonito como um todo com aqueles olhos azuis penetrantes, olhos que eu posso ver agora na minha mente. Eles eram verdadeiros, amorosos e gentis, e ele era insanamente talentoso.”


Phil Anselmo de portas abertas para reunião do Pantera

Phil Anselmo concedeu entrevista à rádio 98 KUPD, do Arizona. Durante o bate-papo, falou abertamente sobre a situação atual entre os membros do Pantera.
Sobre os rumores de uma reunião com Zakk Wylde no lugar de Dimebag Darrell: “É apenas especulação. E odeio dizer isso. Minha porta está sempre aberta, amo aqueles caras. Sinto falta do Pantera, daquele sentimento de subir ao palco e tocar aquelas músicas com o público se tornando um turbilhão de corpos. Mas não passa de um desejo no momento”.
A relação conturbada entre os integrantes: “Há uma grande distância desde o assassinato de Darrell. Vinnie está em seu próprio espaço. Não posso falar por ele, não sei o que se passa na sua cabeça, mas muitas feridas estão abertas ainda. Mas, novamente, não tenho nada além de amor por ele. Acho que a mídia teve muito a ver com a destruição de nosso relacionamento. E nessa era, com computadores e redes sociais, você tem reações instantâneas e muitas coisas distorcidas. Teríamos que sentar e conversar sobre os problemas antes de pensar em qualquer reunião”.


Fonte: Whiplash

Philip Anselmo lançará festival de cinema de horror

O ex-vocalista do Pantera, Philip Anselmo, anuncia que vai lançar seu primeiro festival de cinema de horror, o "Housecore Horror Film Festival", em Austin, Texas.

A estréia está prevista somente para outubro do ano que vem (2013).