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Phil Anselmo quer fazer as pazes com Vinnie Paul


Vinnie Paul precisa fazer as pazes. Dois membros de uma banda lendária, Phil Anselmo e Vinnie Paul, estão sendo constantemente questionados sobre a relação de um com o outro, juntamente com a possibilidade de algum tipo de reunião com o Pantera. Embora não possa ter muito progresso, Phil Anselmo revelou recentemente que ele está "aberto" para se reconectar com Vinnie Paul e até mesmo discutir uma reunião com o baterista.

Nessa recente história do Pantera, Anselmo abordou rumores que Zakk Wylde preencheria a vaga do falecido e lendário Dimebag Darrell, onde ambos os aspectos seriam positivos e negativos e alegando que algumas de suas citações foram tiradas do contexto. Anselmo também afirmou que era uma vergonha que Vinnie Paul nunca tenha estendido a mão para ele após a morte de Dimebag. Enquanto isso, Vinnie Paul também opinou sobre uma possível reunião com o Pantera, simplesmente dizendo, "Não vai acontecer".



Fonte: Whiplash

Phil Anselmo é capa da nova edição da revista Revolver

Vinnie Paul participará de um episódio da série "Trato Feito"


O baterista Vinnie Paul (Hellyeah/ ex-Pantera) vai aparecer em um episódio do programa "Trato Feito" do canal de TV History Channel que mostra uma equipe de Las Vegas que compra e vende "velharias" para a loja de penhores Gold & Silver Pawn Shop.

O episódio em questão vai mostrar Corey "Big Hoss" Harrison (com Vinnie na imagem abaixo), sócio-proprietário da loja Gold & Silver, comprando um "RV" (Trailer) de Vinnie Paul. O episódio ainda não tem data para ser transmitido.

O programa "Trato Feito" está em sua sexta temporada.

Em Julho de 2010 em entrevista para a rádio WRIF - Michigan, Vinnie falou sobre seu hábito de colocar coisas estranhas e pessoais à venda no eBay, "Deixe eu te dizer algo - Se você é qualquer um - e não só eu, qualquer um - e você coloca um forno que não funciona à venda no eBay e assina seu nome nele e cobra 1200 dólares e alguém dirige de Seattle até Dallas só para pegá-lo, isso é muito legal."

"Eu achei um celular que era um Motorola certa vez - voltei no tempo em que o tamanho dele era de um walkie-talkie..."

"Eu conheço um cara chamado Videobob que é do tipo que está sempre sonhando com essas coisas. Ele diz 'Vamos colocar isso no eBay.' E eu vendi essa coisa por 600 dólares."

"Não se trata de dinheiro - não é como eu não poder comprar meu próprio caixão quando for a hora de ir, você sabe, mas é por causa do fator 'loucura'".

Ele acrescentou, "Isso é só para pagar hábitos de beber meus e do Greg Tribbett."



Fonte: Whiplash

Machine Head toca Pantera em homenagem a Dimebag



O show aconteceu no ultimo dia 08/12 (sábado) em Atlanta.

“Cowboys From Hell” com pitada de swing brasileiro‏



Alexandre de Orio, guitarrista da banda Claustrofobia, Quarteto de guitarras e autor do livro “Metal Brasileiro: Ritmos Brasileiros Aplicados na Guitarra Metal”, acaba de lançar um novo e audacioso projeto chamado “Projeto Alexandre de Orio & Bateria S/A”.

A proposta deste trabalho é tocar grandes clássicos do Rock e do Metal numa instrumentação peculiar, somente guitarra e percussão. Pretendem também compor músicas autorais nesta formação, aliando o peso da percussão com a agressividade dos riffs de guitarra. A idéia é utilizar a percussão de duas formas, tanto simulando uma bateria mesmo, quanto adicionar ao arranjo algum outro ritmo como samba, baião, maracatu etc – desde que isso se adeque a música.

A primeira música escolhida para filmar e lançar este trabalho foi nada mais nada menos que um dos maiores clássicos do metal, “Cowboys from Hell” do Pantera. Alexandre comenta que é uma das melhores bandas pra fazer esse link, pois há muito groove nos riffs de guitarra e que a soma do peso da guitarra com o da percussão dá um grande impacto. No final do vídeo o músico ainda faz uma linda homenagem a Dimebag Darrell.

                Este projeto é praticamente uma extensão do seu livro “Metal Brasileiro” lançado no primeiro semestre de 2012 e que agora apresenta um novo olhar de aplicação do material.

                Orio se juntou ao grupo de percussão “Bateria S/A”, que é a bateria universitária da FEA-USP e que participa de torneios de bateria na qual é bicampeã.

                Importantes músicos e jornalistas comentaram esse novo projeto. Confira no site www.metalbrasileiro.com/bateriasa

                Para finalizar só poderia usar a frase de Andreas Kisser escrita no prefácio do livro “Metal Brasileiro”:

“Crie música sem preconceito”



Assessoria de Comunicação:
sol.brocanelli@zivworldmusicpress.com
www.zivworldmusicpress.com

"Só um idiota diria que Sabbath não é Metal", diz Phil Anselmo

Na revista Metal Hammer especial Black Sabbath, foi feita uma entrevista com um dos maiores nomes do metal, que foi influenciado pelos padrinhos de música pesada, incluindo MetallicaSlayerZakk WyldeSlashBehemoth e muito mais! Veja o que Phil Anselmo tinha a dizer:
"Você sabe o que é estranho? Lembro-me de ser um menino bem jovem, que ainda andava de carro com a mamãe, antes mesmo de ter essas leis sobre o cinto de segurança, as crianças andavam de costas e toda essa baboseira dos anos 70, e a rádio local de Nova Orleans tocava 'Am I Going Insane'. Eu adorei. Eu amei essa música, porque eu era um garoto, e ela ficou preso dentro da minha cabeça. Eu morava em um bairro de Nova Orleans, onde eu não sabia que muitas crianças em minha volta e todos os meus amigos moravam à vários quarteirões de distância. E nem todos eles ligavam para a música tanto quanto eu. E eu estava começando a ouvir Iron Maiden, eu tinha uma camisa deles, que na época acho que era a única do meu bairro. Acho que isso aconteceu em meados de 83. Finalmente eu pude sair do meu bairro e vi um outro garoto vestindo uma camiseta do Iron Maiden, então eu fui diretamente até ele e eu perguntei se ele gostava da banda, ele respondeu que sim. Esse cara era um baterista e eu era um vocalista. Nós éramos crianças falando sobre montar uma banda. Ele acabou sendo o primeiro baterista da minha primeira banda de garagem. E ele era um colecionador de discos de metal. Ele era um ano mais velho do que eu, então dentro de um ano ele me mostrou o que realmente era a música, voltamos para a casa dele e ouvimos bastante música. E foi uma das primeiras vezes que eu ouvi o som sinistro do Black Sabbath, que todos nós conhecemos e amamos. Isso me faz lembrar daquela época - sentado no meu quarto, fumando maconha, que não deu muito certo, e ouvindo Black Sabbath. Mas eu nunca vou esquecer o dia que ele chegou em casa com o álbum 'Sabotage', ele me ligou e disse: 'Cara, você tem que vir aqui agora. Você pensou que tinha ouvido tudo de melhor do Black Sabbath, mas aguarde!'. E nós ouvimos o 'Sabotage'. Este álbum causou um impacto da porra".
"Em 96 eu voei até onde ficava o estúdio de Iommi, ele estava gravando seu disco solo, com vários artistas convidados, e tivemos uma sessão incrível e produtiva. Basicamente eu estava cercado de riffs de Tony, enquanto ele estava sentado. Foi engraçado, mas acho que ele tem um bom senso de humor, se ele ler este artigo, ele vai rir... mas ele estava lá sentado com aquela bunda grande comendo bandejas de sushi e bebendo vinho branco, enquanto eu estava no meio daquele monte de riffs malditos! Foi incrível. Ele sempre foi assim, 'Vai lá, Phil!', com um grande sorriso no rosto. Nós estávamos trabalhando com o engenheiro de som Bob Marlette, e Bob usava aquelas merdas de calças folgadas no estúdio, e Tony sorrateiramente vinha por trás dele e abaixava suas calças, era foda! E então nós fizemos três músicas em três dias, cara. Conheço esses caras há pelo menos dezoito anos ou mais, e nós sempre fomos a banda que tocava antes ou depois de Ozzy ou do Black Sabbath. Ozzy costumava fazer um set solo, e depois voltava e fazia um set do Black Sabbath - trabalhava duro, aquele filho da puta. Inacreditável. Eu era bem chegado naqueles caras, e eles sempre foram legais. E não só isso, não posso deixar de fora o fato de que o Pantera e o Down, já estiveram no mesmo palco de Dio com o Black Sabbath. Ronnie James Dio como pessoa e como vocalista... quando você vê o filho da puta no palco, não sei se já ouvi alguém mais poderoso. Havia algo em Ronnie que era foda, monstruoso, quase desumano, noite após noite. Mas em um nível pessoal - Geezer, Tony, Ozzy, Dio, Bill Ward, Vinny Appice... todos eles eram fodas. Depois que começou a cair a ficha, pude perceber o quanto eu os amava, me presentearam com um disco de ouro do 'Sabotage' e um disco de platina do 'Paranoid'. Eu ainda tenho os dois discos pendurados na parede de minha casa. Esses são bens preciosos, cara. Só um idiota falaria que o Black Sabbath não é heavy metal".

"Nós éramos como um exército", diz Vinnie Paul

No início dos anos noventa o PanterA  deu um grande passo em sua carreira, e com a recente reedição do álbum de 1992, "Vulgar Display of Power" vinte anos depois, é difícil não se lembrar do impacto que o Pantera  causou na música naquela época.
Em uma nova entrevista com a Rolling Stone, o baterista Vinnie Paul falou sobre o clima no estúdio durante aquela época, como ele se sente sobre o álbum duas décadas depois e o que o futuro reserva para a Pantera.
Quando perguntado se o clima em estúdio era trabalho ou lazer, Paul disse que a música sempre vinha em primeiro lugar para o Pantera. "Sempre trabalho primeiro e depois me divirto", explicou Paul. "Sempre gostamos de levar as coisas a sério e chutar alguns traseiros, e em seguida, por volta das duas, três, quatro, cinco horas da manhã - sempre que terminávamos, nós abríamos uma garrafa de uísque e tomávamos um porre e tudo que precisávamos fazer era apenas sentar e ouvir o que tínhamos feito. Nós pensávamos no que fazer para deixá-lo melhor e realmente ficamos bem animados com o resultado".
Ao se lembrar daquela época, bateu um sentimento solidário. "Eu só me lembro que éramos um exército. E se você ferrava com um de nós, você ferrava com todos nós", disse Paul. "Nós tiramos o melhor de cada um de nós, e em cada álbum que fazíamos, essa montanha ficava mais alta e mais alta para subir".
Quanto ao que o futuro reserva para o legado do Pantera, Paul acha que é melhor deixar a música como ela está. "Foram realmente bons momentos, e é hora de todos nós seguirmos em frente com outras coisas que estamos fazendo", explicou Paul. "E nós estamos fazendo nossas próprias coisas e estamos felizes com isso. Mas o Pantera definitivamente foi especial".

Fonte: Whiplash

Zakk Wylde gostaria de tocar no Pantera


Um dos rumores recentes mais discutidos seria uma possível volta do Pantera com Zakk Wylde no lugar de Dimebag Darrell. O guitarrista declarou à Billboard que se sentiria feliz com a oportunidade. “Amo aqueles caras. Seria uma honra. Como dizer não? Faria o melhor para deixá-los orgulhosos”.

O 'Walk' do Pantera será lançado em formato digital


O raro EP “Walk” do Pantera está disponível em todos os outlets digitais dos EUA ao preço de 3,99 dólares.
O EP, antes apenas disponível no Japão em 1993, possui 6 faixas com dois remixes de “Walk” feitos por J.G. Thirlwell e remixes de “Fucking Hostile” e “By Demons Be Driven” feitos por Justin K. Broadrick da banda Godflesh.
As outras duas músicas são versões ao vivo de “Cowboys From Hell” e “Heresy” gravadas em Moscou no Monsters Of Rock de 91.
Confira o tracklist do EP “Walk”:
01. Walk (Cervical Edit)
02. Fucking Hostile (Biomechanical Mix)
03. By Demons Be Driven (Biomechanical Mix)
04. Walk (Cervical Dub Extended)
05. Cowboys From Hell (Live)
06. Heresy (Live)


Fonte: Riff Online

Phil Anselmo comenta sobre seu afastamento de Vinnie Paul


Em uma nova entrevista com o site estadunidense Loudwire.com, o ex-frontman do Pantera e atualmente no DownPhillip Anselmo foi perguntado sobre ter algum contato com o ex-baterista do Pantera, Vinnie Paul Abbott enquanto eles trabalharam na reedição de aniversário de 20 anos tanto de ‘Cowboys From Hell’ como de ‘Vulgar Display of Power’, assim como com o ex-baixista da banda, Rex Brown.
Eu ainda converso com Rex”, ele disse. 
O lance com Vinnie é triste. Eu não sei como está a cabeça dele. Qualquer um que tenha testemunhado seu irmão ser assassinado a tiros, você não pode… eu não vou julgar ele ou o que ele pensa. Eu lido com isso. Eu não posso e não vou viver nesse passado. Eu tenho que seguir em frente. Como todos nós fazemos, para nossa sanidade mental. De qualquer modo, eu não vou julgar Vince. Mas respondendo à pergunta, essa senhora [empresária] é o elo entre todos nós. A única vez em que eu e Vince estamos perto um do outro é através de e-mails circulares. Nós todos recebemos o mesmo e-mail sobre o que vai ser relançado, isso e aquilo, e damos nossas opiniões e ela trabalha em cima disso. É o mais próximo que chego de Vince, mas Rex e eu ainda somos chegados.”
Sobre o assunto Dimebag e onde está o foco de Phil quase oito anos depois da morte do guitarrista, Anselmo disse: 
Eu provavelmente penso nele todo dia. Música é música, mas ele foi uma parte gigante do meu crescimento como músico e parte de minha vida, um irmão, uma pessoa que eu amava. Eu o amava. Eu já disse isso antes. Eu sou do tipo que não consegue ficar no passado e só no passado. Sim, eu segui em frente, pela saúde da porra do meu cérebro, mas há uma parte de mim que nunca vou conseguir me pôr no lugar de uma pessoa que perde alguém por um assassinato. Você não tem como superar isso totalmente. Ele vai aparecer na conversa. Há memórias dele em todo canto. Está por todas as paredes e no estúdio. Eu não me atenho ao negative. Eu posso lembrar de todas as coisas fantásticas que o cara trouxe pra minha vida e pra vida de outras pessoas. Ele era um filho da puta muito bonito como um todo com aqueles olhos azuis penetrantes, olhos que eu posso ver agora na minha mente. Eles eram verdadeiros, amorosos e gentis, e ele era insanamente talentoso.”


"Sem Dimebag NÃO"


Rex Brown não vê possibilidade alguma da reunião do Pantera com Zakk Wylde assumindo a guitarra, substituindo o falecido Dimebag Darell. Rex comentou a conturbada relação entre os integrantes remanescentes em entrevista ao San Antonio Metal Music Examiner. 
“Vinnie Paul simplesmente não é aberto a conversar com nenhum de nós. Não tem nada a ver comigo, não tenho problemas com ele. Trocamos emails algumas vezes, mas nada demais. Sobre esse rumor de tocarmos com Zakk, é uma grande bobagem. Ninguém pode substituir nosso irmão Dimebag”.



Fonte (em inglês): Blabbermouth

Phil Anselmo de portas abertas para reunião do Pantera

Phil Anselmo concedeu entrevista à rádio 98 KUPD, do Arizona. Durante o bate-papo, falou abertamente sobre a situação atual entre os membros do Pantera.
Sobre os rumores de uma reunião com Zakk Wylde no lugar de Dimebag Darrell: “É apenas especulação. E odeio dizer isso. Minha porta está sempre aberta, amo aqueles caras. Sinto falta do Pantera, daquele sentimento de subir ao palco e tocar aquelas músicas com o público se tornando um turbilhão de corpos. Mas não passa de um desejo no momento”.
A relação conturbada entre os integrantes: “Há uma grande distância desde o assassinato de Darrell. Vinnie está em seu próprio espaço. Não posso falar por ele, não sei o que se passa na sua cabeça, mas muitas feridas estão abertas ainda. Mas, novamente, não tenho nada além de amor por ele. Acho que a mídia teve muito a ver com a destruição de nosso relacionamento. E nessa era, com computadores e redes sociais, você tem reações instantâneas e muitas coisas distorcidas. Teríamos que sentar e conversar sobre os problemas antes de pensar em qualquer reunião”.


Fonte: Whiplash

Rex Brown deve 450 mil reais em impostos


O baixista Rex Brown (Pantera) está devendo em torno de 450 mil dólares em impostos. O governo norte-americano pode confiscar todo o dinheiro que o músico receber no futuro, incluindo royalties e cachês.

Ouça a velha nova música do Pantera

A música é a “Piss”, do "Vulgar Display Of Power", agora na versão de comemoração de 20 anos do álbum.

Veja a capa do novo single do Pantera

Philip Anselmo lançará festival de cinema de horror

O ex-vocalista do Pantera, Philip Anselmo, anuncia que vai lançar seu primeiro festival de cinema de horror, o "Housecore Horror Film Festival", em Austin, Texas.

A estréia está prevista somente para outubro do ano que vem (2013).