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O Lado B da ''nova'' MTV Brasil



Sob controle da Viacom, o novo formato da MTV Brasil irá ao ar no 1º de outubro, às 21h30, e terá como principal objetivo acompanhar a mentalidade do público jovem de 15 a 30 anos. Isso é o que Tiago Worcman(vice-presidente de conteúdo e brand manager da emissora) deseja.

Para tentar cumprir com eficácia o objetivo, alguns nomes bastante conhecidos pelo 'público' que a Viacom quer atingir(mas que não agrada a todos), foram colocados na nova programação. Entre os mais conhecidos estão: Supla e Fiuk. Porém, a ''atração principal'' da emissora é o Coletivation, programa que falará do entretenimento(música, internet e cinema) de uma maneira geral.

A maior parte da programação sempre esteve composta pelas ''playlists'' que sempre fizeram da programação da MTV, independente de qual fosse a administração. A diversidade será presente, mas é perceptível que o novo foco da MTV Brasil não será a música(veja a programação completa clicando aqui).

O horário nobre da grade horária será preenchido pelas séries como South Park e reality shows como 'Papito in Love', que contará com a presença de Supla. Quem não se interessar por nenhum dos dois gêneros, terá de virar a madrugada ou acordar bem cedo para acompanhar as playlists.

Não há como negar, a essência da MTV foi para o Lado B.

Guns n' Roses: o começo do fim em três fatores

Em sua autobiografia, Duff McKagan, o ex-baixista do Guns n' Roses, também conhecido como ''The King of Beers'', revelou em alguns trechos de It's so Easy(And the Other Lies), onde pode ter começado o ''fim'' daquela formação que seria para milhares de pessoas, ''a única formação'' do grupo.


(Esq. à direita): Axl, Steven, Slash, Duff e Izzy/Reprodução
Logo em 1984, no início do relacionamento entre Duff, Slash, Izzy Stradlin, Steven Adler e Axl Rose, rolou a primeira 'bomba' de muitas. Rose dormira com a namorada de Slash e os ânimos que se exaltaram, apesar de não ter tido nenhum bate-boca revelado(até o momento), causou uma espécie de mal-estar um tanto desagradável.

Fator nº 1: mulheres.


"A divisão dos futuros royalties de publicação(de letras) causou um verdadeiro embate. O Guns não era um daqueles grupos em que uma pessoa escrevia todas as canções. Tínhamos feito tudo juntos. Nós nos pegamos discutindo sobre coisas com que nunca precisamos lidar antes. O clima esquentou durante uma semana.''

Os caras que tinham ralado por meses em Los Angeles, tinham agora, o primeiro contrato assinado com a Geffen Records, num valor de 250 mil dólares. Contrato que causou um pequeno conflito entre os cinco caras que faziam parte do n' Roses, a banda que alguns depois receberia o lema de A Mais Perigosa do Mundo.

 Fator nº 2: dinheiro.



''Antes de tocarmos nossa primeira nota, de repente Axl anunciou às 80 mil pessoas presentes que ''se determinadas pessoas no Guns N' Roses não parassem de dançar com Mr. Brownstone'', aquele seria o nosso último show. Uma vez que Axl tornou públicas suas preocupações, a época em que éramos uma gangue - nós contra o mundo - tinha terminado. Naquela noite oficialmente tocaram os sinos para o fim de uma era no GN'R.''

Duff se refere à segunda noite de apresentação do Guns em sua turnê conjunta com os Rolling Stones.

Fator nº 3: drogas(que viriam atrapalhar a banda mais a fundo no futuro.)

''Era uma vez uma banda de rock n' roll vagando pelas ruas... o tempo passou e ela virou uma piada.'' (''Pretty Tied Up'', Guns n' Roses, Use Your Illusion II)

Glastonbury in Rio? Conviva com o Dilema

Seguindo alguns boatos que surgiram na manhã de terça-feira, 20, no tabloide The Sun e logo em seguida, no site O Globo, o pontapé inicial no blog será dado a partir deste artigo, onde serão citadas as reais possibilidades do Glastonbury de chegar ao Brasil no próximo ano.

Não seria bem a 'marca real' do festival britânico que estaria aqui, mas sim um festival produzido por Mick Jagger nos moldes do Glaston. Atualmente, se sabe a presença de diversos eventos em solo tupiniquim. Tem-se o Rock in Rio, Lollapalooza e agora, o Monsters of Rock.

Glastonbury 2013/Reprodução
Até então, nada foi confirmado, contudo, o tabloide inglês estimula que o festival acontecerá em novembro de 2014. Ano em que alguns festivais que vêm dominando a cena musical no Brasil não confirmaram suas edições: primeiramente, o Lollapalooza que passa por um momento de incertezas pela GEO Eventos e corre o risco de não rolar. Segundo, o Rock in Rio, que ainda não tem edição confirmada para o ano que vem.

Enquanto nada se confirma, pensemos o quanto o estado do Rio de Janeiro lucrou e possivelmente continuará lucrando com um festival que leva é denominado com o nome da cidade na marca de Medina.

Seria melhor continuar com o Rock in Rio, investir em novos projetos(como o de Jagger) ou ir fundo com as duas ideias? É um dilema que se pensarmos de maneira fria, tanto a primeira, quanto a segunda e a terceira opção, dará o mesmo lucro e visibilidade à ''Cidade Maravilhosa''.

Levando em conta a última edição do RiR, temos em mãos um lucro liquido de R$ 65 milhões. Lucros que estão, de fato, atribuindo aos bons ventos da economia, uma rentabilidade estável. Obviamente se olharmos por este lado, vale mais a pena investir no 'in Rio', afinal, já ocorreram muitas edições e o festival é ''de casa'' e um tanto conhecido pelos brasileiros.

Rock in Rio 1985/Reprodução
Logo, para o mundo da música seria de extrema importância o acontecimento da ideia de Mick Jagger - o que poderia acarretar em um show dos Rolling Stones - e a continuação do longo e da ''mesmice'' de sempre de Medina & Cia.

Aos 70 anos, Jagger esteve, em junho, no Glastonbury junto aos Stones. A apresentação reuniu cerca de 100 mil pessoas e durou aproximadamente duas horas.

O ano dos vintões, trintões, quarentões e cinquentões

Neste ano de 2013 iniciamos um ciclo de ''nostalgia''. Foi neste período onde há vinte, trinta, quarenta e cinquenta anos começaram a ser produzidos e respectivamente, lançados, grandes trabalhos que são de extrema significância para a história da música.


Álbuns e bandas de extrema importância que levaram gerações e gerações estão em início de comemoração, em maior intensidade e número a partir deste ano de 2013. Discos como Quadrophenia, do The Who, Kill' Em All, do Metallica, Raw Power, do The Stooges e diversos outros que também estão nessa lista.

Não podemos esquecer dos discos que também fizeram aniversário no início do ano e que devido ao ''sumiço'' por parte da minha área de criações de textos, não foram lembrados. Mas eles estão na lista. Trata-se de Houses of the Holy, do Led Zeppelin e Please Please Me, dos Beatles, grandes trabalhos por grandes grupos que, sem dúvidas, acrescentaram algo a mais na música como um todo.

Além de algumas bandas que dentro de alguns anos, também estarão cantando parabéns. Começamos no ano de 2012, com os 50 anos dos Rolling Stones...talvez o início da ''era nostalgia'' tenha sido ali. Dentro de dois anos, quem estará apagando as velinhas será o Guns n' Roses e por aí vai.

Temos que nos contentar com o que nos restou e valorizar, o que de bom(mesmo que não sejam tantos) está em nossas mãos.

Veja abaixo a lista com alguns dos álbuns que estão e também daqueles que já comemoram seus anos de lançamento:

- Brothers and Sisters (Allman Brothers, 1973)
- The Dark of Side Moon (Pink Floyd, 1973)
- Houses of the Holy (Led Zeppelin, 1973)
- Vs. (Pearl Jam, 1993)
- Kill ' Em All (Metallica, 1983)
- The Spaghetti Incident (Guns n' Roses, 1993)
- With the Beatles (The Beatles, 1963)
- Please Please Me (The Beatles, 1963)
- Shout at the Devil (Mötley Crüe, 1983)
- Quadrophenia (The Who, 1973)
- Lies (Guns n' Roses, 1988)
- Lick it Up (Kiss, 1983)

Responda a enquete relacionada ao artigo na página do site no Facebook, e aí sim, também faremos nossa parte.

Até onde vai o bom senso?


Semelhança(latim, semol, substantivo, se-me-lhan-ça). No mundo da música, usamos o termo ''semelhança'' para diversas situações. Seja para identificar influências, escrever resenhas com referência em alguma coisa que seja semelhante e também no sentido amador da palavra que puxa para o lado do plágio.

Surgiu nesta semana(que se iniciou no dia 11/08) um rumor de que Pete Townshend, integrante do The Who, iria processar o One Direction por plágio. As acusações de plágio começaram a existir após boatos de que o The Who estaria tentando tirar ''Best Song Ever'' do YouTube.

Sentindo-se incomodado, Pete publicou um comunicado desmentindo o fato e admitindo de que não iria processar o grupo britânico. ''Não! Eu gosto do single. Eu gosto do One Direction'', admitiu Pete Townshed.

A semelhança se encontra na melodia, especialmente na introdução, onde é perceptível a relação os dois singles.

Veja a semelhança e compare:





Até onde vai a vontade de preservar a marca?

PS: não é a primeira vez que o One Direction está envolvido em acusações de plágio.

Guia para o Lolla 2013 - Tudo o que você precisa saber

Lollapalooza 2013 - Dynasty Rock News

Faltando apenas 1 dia para o início do Lollapalooza 2013, separamos algumas informações essenciais para você que vai ao festival e também para você que vai ficar no sofá de casa acompanhando pela TV ou pela WEB.


A organização do festival divulgou nesta semana os top tips, tópico onde se encontra todos os assuntos burocráticos que estão presentes da entrada a saída do Lollapalooza. Confira abaixo tudo o que você precisa saber.


BOLSÃO DE EXCURSÃO (FRETADOS)
Haverá um bolsão de estacionamento voltado para fretados e excursões com destino ao Lollapalooza Brasil. De lá, será possível pegar um shuttle gratuito para o Jockey Club. Confira:

ENDEREÇO
Avenida Eliseu de Almeida (entre Avenida dos Três Poderes e o Shopping Butantã, em ambos os lados da Avenida).

SHUTTLE
Trajeto até o Jockey: das 10h30 às 20h00
Trajeto de volta: das 22h00 à 01h00

ATENÇÃO: é necessário apresentar o ingresso do dia para embarque

ESTACIONAMENTO + SHUTTLE
A Estapar e a União Park oferecerão dois bolsões de estacionamento – com serviço de shuttle (vans) até o Jockey – que funcionarão durante o feriado de Páscoa nos seguintes locais:

WTC – Estapar, na Av. das Nações Unidas, 12.551 (Horário de Funcionamento: 10h às 02h)

União Park – Jaguaré, na Av. Jaguaré, 1.347 (Horário de Funcionamento: 10h às 02h)

Valor do estacionamento: R$ 30 (diária)

ATENÇÃO: O VALOR DO SHUTTLE NÃO ESTÁ INCLUSO NO VALOR DO ESTACIONAMENTO

Para agendamento de vaga e informações de shuttle, consultar: (11) 3043-7132

Métodos de pagamento aceitos: Débito (Visa / Master); Crédito (Visa / Master); Dinheiro. NÃO ACEITA CHEQUE.

ATENÇÃO
Os embarques de shuttle são aceitos apenas com trajeto completo – IDA + VOLTA.

LINHA ESPECIAL SPTRANS – JOCKEY CLUB / ANHANGABAÚ

Das 21h à 01h da manhã, nos três dias de festival, haverá uma linha especial de ônibus saindo do Jockey Club. Ela sai da Av. Lineu de Paula Machado, entre os Portões 3 e 6 (sentido Butantã) e faz o trajeto Av. Eusébio Matoso > Av. Rebouças > Av. Consolação > R. Cel. Xavier de Toledo e tem desembarque em todas as paradas ao longo deste corredor.

HORÁRIO:
Das 21h à 01h00

VALOR:
R$3,00 (será aceito bilhete único)

BOLSÃO DE TAXIS

EMBARQUE:
Av. Lineu de Paula Machado, entre os Portões 3 e 6, junto ao canteiro central (sentido Cidade Jardim)

HORÁRIO
Das 23h à 01h30

METRÔ
A melhor opção de acesso é o Portão 6 do Jockey, que fica a 600 metros da Estação Butantã (Linha 4 – Amarela).

As estações do metrô funcionarão com extensão de 15 minutos nos dias 29 e 31 de março, até 0h15. No dia 30, o metrô opera até 01h.

HORÁRIOS
Sexta – 29/3: até 0h15
Sábado – 30/3: até 1h00
Domingo – 31/3: até 0h15


Guia das ''bandas desconhecidas'' - Lollapalooza 2013


3 dias de festival, 60 bandas, e aproximadamente 33 horas de música. Pode-se resumir assim a segunda edição brasileira do festival Lollapalooza, que tem como headliners: Pearl Jam, The Black Keys e The Killers

Sendo assim, a equipe do Dynasty Rock News fez um guia para você que vai e também para você que vai acompanhar o Lolla pela TV ou pela WEB. Confira abaixo algumas bandas que estão incluídas no line-up, mas que não tem um grande reconhecimento por parte do público.  Lembrando que as bandas separadas abaixo podem não ter como gênero principal o rock, no entanto, isso não quer dizer que a música seja ruim. Divirta-se!


Não tão desconhecidos assim, os islandeses do Of Monsters and Men, é atração do dia 29 de março e que se encontrará em apresentação no palco Butantã.

Talento ou pura sorte(ou gostosice da cantora)? Com apenas um disco, o grupo responsável pelo single ”Little Talks”, está em um lugar onde muitas bandas demoram anos para estar: entre os grupos mais ‘badalados’ do mundo da música.

Algum tempo depois de ter lançado o seu primeiro EP, já trabalhando com a gravadora Republic Records, o Of Monsters and Men lançaram o disco My Head Is an Animal, que atingiu as primeiras posições nas paradas musicais.

Com músicas voltadas para o lado indie, o grupo já participou da edição de Chicago do Lollapalooza realizada no mês de agosto do ano passado e foi um dos destaques. Veja o vídeo da apresentação completa abaixo:

 

A banda também está inclusa nos Side Shows do Lolla Brasil. O grupo tocará no Cine Joia, no dia 30/03(um dia depois da apresentação do grupo no festival), assim como o Alabama Shakes e também Hot Chip. (Veja aqui mais informações sobre as apresentações paralelas ao Lollapalooza Brasil)

Ouça ”Little Talks”:





Formado por Felipe Puperi, Rafael Rocha, Thiago Abrahão e ”´Paulista”, o Wannabe Jalva é um grupo de Porto Alegre que começou a ganhar mais espaço na cena musical após disponibilizarem algumas canções no MySpace.

O conjunto que irá se apresentar no dia 31 de março, o último do festival, às 13h15 no palco Alternativo, já tem um álbum lançado - chamado Welcome to Jalva - e é uma das principais bandas da cena independente.

Com planejamentos para a primeira turnê no exterior, o Wannabe Jalva já abriu em 2011, a apresentação do Pearl Jam na cidade natal da banda, Porto Alegre.


Fique ligado que ainda publicaremos tudo o que você precisa saber para a sua chegada ao festival, retirada de ingressos e a grade horária dos shows. 

Mas afinal, existe um ”salvador” para o rock?


No dia 22 de março de 1963, a música ganhou uma ”sobrevida” - que como toda vida, tem seu fim - com o lançamento de Please Please Me, o primeiro do até então desconhecido grupo Beatles.

Aquela banda dos ”bons moços” de Londres que se tornaram donos de 13 álbuns e também responsáveis por canções como ”Hey Jude”, ”Let it Be”, a pop ”Here Comes the Sun” e por outras centenas de músicas.  Junto com os Rolling Stones - sim…aquele grupo que tinha um tal de Keith Richards e um tal de Mick Jagger reproduzindo ”I Can’t Get No(Satisfaction)”, ”Paint it Black” nos pubs em que frequentemente tocavam -  levaram os jovens ao questionamento(também conhecido como rebeldismo), levaram também os pais das menininhas ao delírio e o mais importante, levaram o até então desconhecido rock n’ roll ao seu ápice.

Talvez o lema Sexo, Drogas e Rock n’ Roll valesse a pena, não é mesmo? Jamais três palavras foram tão valorizadas. Na época, era uma questão de honra ter milhares de fãs à espera por um novo EP, LP ou até mesmo por um refrão, mas parece que isso não nos pertence mais. O amor a música, a vontade de escrever mais um verso, parece ter desaparecido…é a sobrevida, citada no início do texto, que chegava ao seu fim.


Em algumas palavras, avançamos a situação da música em 50 anos. De 1963 até 2013. Dentre essas 5 décadas, surgiram bandas e houve uma considerável evolução no conhecimento da música e também pela busca por coisas novas.

The Kinks, The Who, The Clash, The Ramones, The Sex Pistols, Black Sabbath, Pink Floyd, The Yardbirds, Led Zeppelin, Black Flag, Aerosmith, Twisted Sister, Kiss, Metallica, Motörhead, Guns n’ Roses e por aí vai.

Assistindo a um programa na MTV, na noite passada, muito se falou em que tal fulano era conhecido como o ”salvador do rock” o que me levou rapidamente a pensar: ”salvador do rock?” e cheguei à uma linha de pensamento que está sendo construída neste artigo.

O rock morreu?(Pense avaliando todas as coisas que ainda existem, todas as músicas e as bandas que se encaixam nas vertentes e chegue à uma ideia); Ele precisa de um salvador? Certamente, o rock não morreu. Temos algumas bandas em atividade que de um jeito ou de outro comprovam a minha ideia sem muito esforço: Foo Fighters, por exemplo.

O rock não morreu e não irá morrer, apenas teve parte de sua qualidade perdida. Mas para que esta qualidade não se perca ainda mais, é necessário que valorizemos todo o trabalho que envolve bandas independentes, é preciso que valorizemos o que temos em nossas mãos para que sempre continuemos com músicas novas, discos novos e até mesmo relançamentos.


Ouçam também os trabalhos de Black Keys, Queens of the Stone Age…opções é o que não faltam.

Musa do Rock n' Roll? Janis Joplin completaria 70 anos neste sábado (19)

Janis Joplin em 1968

Janis Lyn Joplin, mais conhecida como Janis Joplin, foi e é uma das principais influências no mundo da música. Nascida em 19 de janeiro de 1943, em Los Angeles, Joplin foi uma das responsáveis por comandar o movimento hippie nos anos 60, - assim como Jimi Hendrix e dentre outros- com o lema 'peace and love'(em português 'paz e amor').

Uma das principais cantoras do rock psicodélico, Janis Joplin foi influenciada por grandes cantoras do blues e do jazz como Aretha Franklin e Tina Turner.

Em 1966, Janis começou a comandar os vocais da banda Big Brother and The Holding Company uns dos principais grupos da cena psicodélica e do blues da época, que começou a fazer sucesso em 1967 no festival Pop de Monterey, que ficou marcado por ter sido ele o primeiro registro de importantes apresentações como a de Hendrix e The Who.


Ainda junto com o grupo, Joplin lançou em 1968 o álbum Cheap Thrills(segundo álbum do BBATH), que alcançou o 1º lugar nas paradas da Billboard.


O texto abaixo foi publicado na edição 49 da Rolling Stone Brasil, na seção Arquivo RS.

Já eram 18h e Janis Joplin ainda não havia aparecido no Sunset Sound Studios. Paul Rothschild, o produtor da cantora, teve uma sensação estranha e mandou John Cooke, um dos roadies da Full Tilt Boogie Band, até o Landmark Motor Hotel para ver por que ela não estava atendendo ao telefone. "Eu nunca tinha me preocupado com ela antes, apesar de seus atrasos. Normalmente era porque parava para comprar uma calça ou fazer alguma outra coisa de mulher", disse Rothschild. Mas o dia 4 de outubro era um domingo e havia poucos lugares abertos, mesmo em Hollywood. O Landmark é uma construção grande de estuque na Franklin Avenue. Fica perto dos estúdios de gravação no Sunset Boulevard e é próximo aos escritórios das gravadoras e das editoras de música. Um ambiente bem tolerante a algazarras. Era o tipo de lugar de que Janis gostava.



Quando John Cooke(road manager) chegou lá, eram quase 19h. Ele viu que o carro de Janis estava no estacionamento e que as cortinas do quarto dela, no andar térreo, estavam fechadas. Ela não atendeu a porta quando ele bateu, nem quando ele esmurrou a madeira e berrou. Cooke falou com o gerente, Jack Hagy, que concordou em entrar no quarto. Janis estava estirada entre a cama e a mesa de cabeceira, usando uma camisola curta. Os lábios dela estavam ensanguentados quando eles a viraram, e seu nariz estava quebrado. Ela segurava US$ 4,50 em uma mão.

Cooke chamou um médico e então ligou para o advogado de Janis, Robert Gordon. Ele afirma ter examinado o quarto com muito cuidado, mas sem encontrar qualquer narcótico ou equipamento para o uso de drogas. A polícia foi chamada. Quando os oficiais chegaram, por volta das 21h, também não encontraram drogas nem "apetrechos". Mas disseram aos repórteres que Janis tinha "marcas novas de seringa no braço, entre dez e 14, no braço esquerdo".


Quando o apresentador do telejornal das 23h tinha terminado seu breve relato, telefonemas espalhavam boatos malucos: Janis tinha sido morta por algum sujeito ciumento, por um traficante, até mesmo pela CIA; ela teria acabado com a própria vida por causa de algum homem, porque achava que estava caindo no ostracismo ou porque sempre tinha sido uma pessoa autodestrutiva. Cada nova teoria tinha alguma pessoa "informada" por trás, e cada uma delas era igualmente sem embasamento.

Thomas Noguchi, legista do condado de Los Angeles, não contribuiu em nada para esclarecer a confusão, muito pelo contrário: seu relatório preliminar, emitido na manhã seguinte, dizia que ela "morreu de overdose de drogas", mas não especificava quais drogas - álcool, soníferos ou algo mais pesado.

Gordon tentou rebater muitos dos boatos bizarros e amenizar as manchetes mais loucas, dizendo acreditar que as alusões a drogas não tinham embasamento e que Janis teria morrido de overdose de soníferos, seguida de uma queda da cama. Na terça-feira, no entanto, Noguchi relatou que Janis, que estava com 27 anos, tinha de fato injetado heroína no braço esquerdo várias horas antes de morrer, e que uma overdose a tinha matado. Disse que um inquérito seria instaurado.

Ao serem questionados a respeito dos ferimentos no rosto, policiais afirmaram que tinham eliminado a possibilidade de violência. "Ela podia ter quebrado o nariz ao cair", falou um detetive. A quantia estranha de dinheiro que ela segurava continua sendo um mistério e vai alimentar a imaginação das pessoas que precisam explicar de algum modo a morte dela. No momento, as explicações vão desde "era o troco de um saquinho" - um saquinho de heroína hoje custa uns US$ 15 em Los Angeles - até teorias grotescas sobre "troco para fazer uma ligação de emergência" - apesar do telefone do quarto dela, como acontece na maior parte dos hotéis, não precisar de moedas para funcionar.
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A cantora ainda teve uma breve passagem pelo Brasil no ano de 1970 para tentar se livrar do vício da heroína.
Joplin no Woodstock

50 anos em 20 músicas

Rolling Stones, Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts, Brian Jones

Os recém completados 50 anos dos Rolling Stones ganharam um grande espaço na mídia neste ano de 2012 e isso inegável. Mas o que muitos se perguntam é se ainda existe tal capacidade de compor e também de realizarem shows de longa duração ou de qualidade que começaram a existir desde daquela noite no Marquee Club, em Londres no ano de 1962.

Com um total de 73 lançamentos(incluindo CD's - estúdio e ao vivo, EP's e compilações) e proprietários de clássicos como ''Brown Sugar'', ''Tumbling Dice'', ''Sympathy for the Devil'', ''Come On'' - cover, no entanto, a versão dos Rolling Stones para esta música é apoteótica -, ''Rocks Off'' e dentre outros, os Stones que acabaram de lançar duas músicas inéditas que estão incluídas no mais recente lançamento ''Grrr!'' que contêm 3 lançamentos em comemoração aos 50 anos de banda.


Para fechar o ano com chave de ouro e encerrar um pouco esses assuntos sobre os Rolling Stones que estão ficando um tanto cansativos(por causa da intensidade), a Dynasty Rock News decidiu produzir uma lista em ordem sequencial com as 'canções obrigatórias' - em que todos os apreciadores tem de ouvir ao menos uma vez- dos Stones.

1.- Sympathy For The Devil
2.- Come On
3.- Brown Sugar
4.-  Ruby Tuesday
5.- Paint It Black
6.- You Can't Always Get What You Want
7.- (I Can't Get No) Satisfaction
8.- Tumbling Dice
9.- Gimme Shelter
10.- Miss You
11.- Highwire
12.- Rocks Off
13.- Jumpin' Jack Flash
14.- Angie
15.- It's All Over Now
16.- Wild Horses
17.- She's a Rainbow
18.- Happy
19.- Under My Thumb
20.- It's Only Rock n' Roll

Os critérios utilizados para a escolha das 20 músicas foram relacionados à de importância e repercussão da canção e entrada da música na parada da Billboard(com ou sem álbum).

Até onde o fanatismo interfere?


Fanatismo, fa-na-tis-mo(in. Fanaticism; fr. Fanatisme, al. Fanatismus; it. Fanatismo). Esta palavra (de fanum = templo) foi empregada a partir do séc. XVIII com o mesmo valor de entusiasmo para indicar o estado de exaltação de quem se crê possuído por Deus e, portanto, imune ao erro e ao mal. No uso moderno e contemporâneo, "fanatismo" acabou prevalecendo sobre "entusiasmo" para indicar a certeza de quem fala em nome de um princípio absoluto e, portanto, pretende que suas palavras também sejam absolutas.


Existem dois tipos de fanatismo: o fanatismo musical(por determinado artista, banda ou gênero) e o fanatismo religioso. Obviamente, falarei do musical e até onde toda essa coisa interfere e prejudica a pessoa que o contem de forma exitada.

Em dias como hoje, existem cada vez mais pessoas aficionadas por determinada banda, artista ou gênero que se tornam cada vez mais limitadas à isso, como podem ver no dia-a-dia em suas redes sociais. Mas até onde isso interfere?


O fanatismo interfere a partir do momento em que o fã não faz questão nenhuma de conhecer outra banda, pois para ele, ''nenhuma outra presta'' ou a dele é a ''melhor e maior banda de rock do mundo''. Claro, pode ser um grande grupo, porém, vale a pena abrir a mente pois com certeza, existem alguma outra(banda) melhor ou inferior ao nível da sua mas que fazem um som do caralho. Então respeitar e conhecer: não tem preço.

Existem também aqueles ou aquelas que acham que tal guitarrista é o melhor instrumentista do mundo, sem ao menos conhecer o trabalho do outro que tanto julga. No entanto, em alguns momentos ser chato quando comparam teu gênero com outro que não tem absolutamente nenhuma relação com o que você e acabam esculhambando, não tem nenhum problema em aderir o movimento.

Crise no mercado musical britânico e estadunidense da música?

De acordo com os dados divulgados pela agência Official Charts Company o CD despencou em 12,7% nas compras. Para ampliar a sua visão sobre a situação, o CD mais vendido não ultrapassou a marca de 9.570 cópias vendidas em uma semana. O CD com a marca no qual estamos nos referindo é 'Talk that Talk', da artista Rihanna.

A marca da venda dos discos é a mais baixa desde 94, época na qual se começou a contabilizar a venda do material artístico. Muitos dizem que a causa dessa marca desanimadora para as gravadoras é que o público se diz por satisfeito em ter o álbum, ou determinada música em streaming ou simplesmente por realizarem downloads e acrescentarem-a à sua biblioteca do iTunes e afins.


Nos Estados Unidos a situação não está em colapso, pelo menos ainda. A venda dos álbuns está em frequente estabilização que ocorre desde 2011. A situação pode ainda estar um pouco longe dos estadunidenses pelo fato de se encontrar lançamentos e álbuns com super valor musical à preço de 7 dólares.

É simplesmente uma pena.