
John Doran do TheQuietus.com conduziu uma entrevista com o baixista do Iron Maiden, Steve Harris. Leia alguns trechos da conversa abaixo:
The Quietus: Normalmente os projetos paralelos levam uns 6 meses para serem produzidos. O British Lion deve ter o período de gestação mais longo de qualquer álbum paralelo na história.
Harris: Provavelmente sim (risos). Nós de fato demoramos mais para fazer este álbum do que o Guns N’ Roses com o “Chinese Democracy”. Você pode afirmar que este sprojetos paralelos geralmente são feitos em 6 meses, mas eu infelizmente não tenho este tempo disponível. Como algumas das pessoas podem perceber eu sou a pessoa mais ocupada do Iron Maiden e tem sempre muita coisa acontecendo [...].
The Quietus: Você vai tocá-lo ao vivo?
Harris: Eu adoraria tocar o disco ao vivo. Eu acho que devemos esperar para ver qual foi a primeira reação. Eu nunca aceito nada de bom grado eu adoraria começar com alguns shows pequenos em cidades-chave na Europa e ver o que acontece. Obviamente seria muito estranho, visto que não fazemos nada pequeno por anos.
The Quietus: Quando foi a última vez que você realmente se sentiu angustiado por tocar em frente do público? Você deve estar acostumado a grandes platéias agora. Seria mais assustador tocar em frente a um publico mais íntimo? Seria uma adrenalina maior?
Harris: Bem, eu não tenho certeza, mas sim. Posso imaginar que assim que você sai da zona de conforto do Maiden, você não sabe o que esperar. Eu ainda fico um pouco nervoso no início das turnês, mas é em grande parte por causa do novo material. Nós ensaiamos, mas você pode ensaiar o dia inteiro, mas os primeiros shows sempre são meio enferrujados. Assim que você pega a confiança não importa muito mais. Anos atrás eu costumava me preocupar se as pessoas iam ser positivas ou não. É diferente agora. Eu não espero que todo o show tenha lotação esgotada, mas você sabe que terá uma certa quantidade de pessoas.










